Deixas-te convidar?

– E se o convite for simplesmente estar, ficar comigo em silêncio ?

Não sou nenhuma figura que admiras, aplaudes, segues ou seguirias inquestionavelmente. Não tenho qualquer talento, aptidão ou qualidade que te fascine ou interesse especialmente. Não te tenho a ti qualquer utilidade, aparentemente.

Também não estou triste, não estou doente, não estou, talvez, à beira da morte. Não estou na miséria, não te estou a pedir socorro, esmola ou caridade. Nada me deves ou és obrigado. Não tenho qualquer limitação ou fragilidade de que te compadeças ou sintas no dever de acudir, aparentemente.

No entanto, aqui estou eu e a convidar-te a acompanhar-me. Em vida, em presença, em percepção…

Talvez na descoberta de algo… maior? diferente? único? surpreendente?…

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– E se o convite for simplesmente responder com leveza a este simples e talvez comum desafio?

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Aceitas? 

Aventuras-te?

Arriscas-te?

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Além de qualquer lógica ou motivação, eu aqui disponível para contigo estar, partilhar, descobrir.

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Tem a vida para cada acontecimento uma justificação? 

Haverá uma fórmula para cada existência, sentimento, acção?

Uma fórmula para cada vida? 

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Desafio-te para que descubras por ti o que poderás encontrar na entrega a esta simplicidade de estar, ser comigo em silêncio.

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Fora os medos, fora as expectativas, fora os preconceitos.

Comigo Em Silêncio.

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Deixas-te convidar?


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